O ex-presidente da República José Sarney, de 96 anos, foi submetido a uma cirurgia abdominal na sexta-feira (9), após apresentar fortes dores na região do abdômen. Ele está internado no UDI Hospital, em São Luís, onde permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Segundo informações divulgadas pela unidade de saúde, Sarney passou por avaliação clínica e exames de imagem antes de ser encaminhado para o procedimento cirúrgico. A cirurgia foi realizada sem intercorrências.
De acordo com o boletim médico, o ex-presidente apresenta quadro clínico estável e segue em acompanhamento pós-operatório, sob os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Até o momento, não há previsão de alta hospitalar. Fonte: Agência Brasil
Histórico recente de internações
A nova hospitalização ocorre poucas semanas após Sarney enfrentar problemas de saúde relacionados a uma pneumonia bacteriana. Em setembro, ele foi internado em São Luís para tratar a infecção respiratória e recebeu alta no dia 16 daquele mês.
Posteriormente, em 24 de setembro, o ex-presidente foi hospitalizado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para avaliação médica e continuidade do tratamento. Ele recebeu alta no dia 30 de setembro.
No último dia 4 de outubro, Sarney participou da votação do primeiro turno das eleições em São Luís. Agora, permanece sob observação médica após a cirurgia abdominal.
Jurambergson Soeiro é investigado por agredir uma policial militar e atirar contra outra mulher durante confusão em posto de combustíveis
O capitão da Polícia Militar do Maranhão Jurambergson Gomes Soeiro Sobrinho Silva, conhecido como “Berg”, foi preso nesta quinta-feira (8), em São Luís. A prisão ocorreu após a expedição de um mandado de prisão preventiva e foi cumprida pela própria corporação.
O oficial é investigado por uma ocorrência registrada no último sábado (3), quando teria agredido uma policial militar e efetuado disparos de arma de fogo contra outra mulher em um posto de combustíveis localizado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, nas proximidades do Elevado da Cohama.
A prisão ocorre dois dias depois de o capitão ter prestado depoimento à Polícia Civil. Na terça-feira (6), ele compareceu à Delegacia Especial da Mulher, na Casa da Mulher Brasileira, mas acabou liberado porque, naquele momento, não havia mandado de prisão em aberto contra ele. (Imirante)
Capitão é levado para Delegacia da Mulher
Após ser preso nesta quinta-feira, Jurambergson foi encaminhado para a Delegacia Especial da Mulher, no bairro Jaracaty, onde está sendo apresentado às autoridades policiais.
A prisão preventiva representa uma nova etapa no caso, que continua sendo investigado pela Polícia Civil. O governador Carlos Brandão também confirmou a prisão do oficial por meio das redes sociais. (Imirante)
O que aconteceu no posto
A ocorrência que deu origem à investigação foi registrada na manhã do dia 3. Imagens de videomonitoramento mostram o momento em que o capitão entra em confronto físico com uma mulher que também é policial militar.
Segundo o relato de Sara Pinto Brito, outra mulher envolvida no episódio, ela tentou intervir ao perceber que a policial estava sendo agredida. Sara afirmou que não conhecia a vítima e que decidiu ajudá-la ao perceber a violência.
Durante a intervenção, segundo o relato, ela foi atingida com coronhadas e chutes. Sara disse que chegou a perder a consciência e afirmou que as agressões continuaram mesmo depois que ela caiu no chão. (Imirante)
As câmeras também registraram o momento em que o policial teria efetuado um disparo. Um homem que estava no posto ficou ferido no pescoço durante a ocorrência. (Imirante)
Vítima está sob medida protetiva
A policial militar envolvida no episódio recebeu uma medida protetiva de urgência e passou a ser acompanhada pela Patrulha Maria da Penha.
O caso também possui um histórico anterior. Jurambergson responde a um processo instaurado em 2023 por violência doméstica envolvendo a mesma policial militar agredida no episódio deste mês. O processo ainda não foi julgado. (Imirante)
Além da investigação criminal, a Polícia Militar instaurou procedimento administrativo e determinou o afastamento do capitão das funções operacionais.
A Polícia Civil continua reunindo depoimentos e outros elementos para esclarecer as circunstâncias do caso. Com a prisão preventiva, o capitão permanece à disposição da Justiça enquanto a investigação prossegue.
Policial foi ouvido pela Polícia Civil nesta terça-feira (6); pedido de prisão feito pela delegada havia sido negado pela Justiça
O capitão da Polícia Militar Jurambergson Gomes Soeiro Sobrinho Silva, conhecido como “Berg”, prestou depoimento à Polícia Civil nesta terça-feira (6), em São Luís, e foi liberado após ser ouvido. Ele é investigado por agredir uma mulher e atirar contra outra durante uma confusão ocorrida em um posto de combustíveis na capital.
O policial deixou a unidade policial porque não havia mandado de prisão em aberto contra ele. A delegada responsável pelo caso havia solicitado à Justiça a prisão do capitão no sábado (3), mas o pedido foi negado durante o período de restrições eleitorais, que terminou justamente nesta terça-feira.
A investigação continua sob responsabilidade da Delegacia Especial da Mulher de São Luís.
O que aconteceu
O caso aconteceu na manhã de sábado, em um posto de combustíveis localizado na Avenida Jerônimo de Albuquerque, na região do Elevado da Cohama.
Câmeras de segurança registraram a confusão. Nas imagens, o capitão aparece discutindo com uma mulher. Em seguida, ele desfere socos e um chute contra ela. A vítima cai no chão e as agressões continuam.
Na sequência, o policial saca uma arma e dispara contra outra mulher que estava no local e, segundo testemunhas, seria amiga da primeira vítima.
Um homem também ficou ferido na região do pescoço durante a ocorrência e precisou ser encaminhado para atendimento hospitalar.
A mulher que teria sido agredida é policial militar e está recebendo acompanhamento da Patrulha Maria da Penha.
Investigação continua
Uma das vítimas já foi ouvida pela Polícia Civil. A segunda mulher envolvida e testemunhas ainda devem prestar depoimento nos próximos dias.
Além da investigação criminal, o caso também é apurado internamente pela Polícia Militar. O comando-geral da corporação determinou o afastamento imediato do capitão das funções operacionais e acionou a Corregedoria-Geral para instaurar um procedimento administrativo.
As imagens das câmeras de segurança e os demais elementos reunidos durante a investigação serão analisados para esclarecer a ocorrência e definir as responsabilidades.
Saída começa nesta quarta-feira (7), e retorno às unidades prisionais deve ocorrer até a próxima terça-feira (13)
A Justiça autorizou a saída temporária de 736 presos que cumprem pena na Grande São Luís durante o período do Dia das Crianças. A liberação está prevista para começar às 9h desta quarta-feira (7).
Os detentos beneficiados terão alguns dias fora das unidades prisionais e deverão retornar até as 18h da terça-feira (13). A medida foi determinada pela 3ª Vara de Execuções Penais (VEP) de São Luís, por meio de portaria publicada nesta semana.
Podem receber o benefício presos do regime semiaberto que atendam às exigências previstas na legislação penal. A autorização leva em consideração fatores como o histórico de comportamento e o tempo já cumprido da condenação.
No caso de réus primários, é necessário ter cumprido pelo menos um sexto da pena. Para reincidentes, o período mínimo exigido é de um quarto da condenação.
Durante a saída, os beneficiados precisam respeitar regras determinadas pela Justiça, incluindo o recolhimento noturno no endereço informado e a proibição de frequentar festas, bares e locais semelhantes.
A lista dos beneficiados foi encaminhada à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Maranhão (Seap). A decisão também prevê a possibilidade de liberação de outros presos que preencham os requisitos legais, mesmo que seus nomes não estejam na relação divulgada pela VEP, desde que não haja impedimento judicial.
Depois do período de saída, a Polícia Penal deverá encaminhar à Justiça um levantamento sobre o cumprimento da medida, incluindo os presos que retornaram dentro do prazo e aqueles que eventualmente não voltarem às unidades prisionais.
A saída temporária é um benefício previsto na Lei de Execução Penal para pessoas que cumprem pena em regime semiaberto e que atendem aos critérios estabelecidos pela legislação.
Maedja Campos foi a candidata mais votada, com 102,6 mil votos. MDB terá 17 cadeiras, seguido pelo PL, com sete
O Maranhão já tem definida a composição da Assembleia Legislativa para a próxima legislatura. Nas eleições deste domingo (4), os eleitores escolheram os 42 deputados estaduais que irão exercer mandato a partir de fevereiro de 2027.
Maedja Campos (PDT) foi a candidata mais votada do estado, com 102.694 votos. Gleydson (MDB), com 95.645 votos, e Paulo Casé Fernandes (União), com 95.608, ficaram na sequência.
Entre os dez mais votados também estão Cricielle (PT), com 85.630 votos; Detinha (PL), com 83.546; Josimar (PL), com 83.112; Douglas Pinto (PSD), com 82.338; Vanessa Marreca (MDB), com 81.322; Aluízio Santos (PL), com 77.591; e Marcos Miranda Junior (PSB), com 76.687.
MDB terá maior bancada
O MDB será o partido com maior número de representantes na Assembleia Legislativa a partir de 2027. A legenda elegeu 17 deputados.
O PL terá a segunda maior bancada, com sete parlamentares. PSD e Republicanos elegeram quatro deputados cada. O PDT terá três representantes, enquanto União Brasil, PT e PSB ficaram com duas cadeiras cada. O PRD terá um deputado.
A composição ficou assim:
MDB: 17 cadeiras
PL: 7
PSD: 4
Republicanos: 4
PDT: 3
União Brasil: 2
PT: 2
PSB: 2
PRD: 1
Confira os deputados eleitos
Maedja Campos (PDT) – 102.694 votos
Gleydson (MDB) – 95.645
Paulo Casé Fernandes (União) – 95.608
Cricielle (PT) – 85.630
Detinha (PL) – 83.546
Josimar (PL) – 83.112
Douglas Pinto (PSD) – 82.338
Vanessa Marreca (MDB) – 81.322
Aluízio Santos (PL) – 77.591
Marcos Miranda Junior (PSB) – 76.687
Bruna Pessoa (MDB) – 73.125
João Igor Carvalho (PDT) – 69.440
Tiago Fernandes (MDB) – 66.500
Ulisses Gonçalves (PL) – 66.214
Daniella (MDB) – 66.040
Abigail Cunha (MDB) – 65.720
Antonio Pereira (MDB) – 64.204
Segundo (PL) – 63.000
Davi Brandão (MDB) – 61.692
Ivo Rezende (MDB) – 59.982
Florêncio Neto (MDB) – 59.353
Solange Almeida (PL) – 58.649
Rui Jorge (MDB) – 54.786
Paula Prata (PSD) – 52.300
Luanna (PT) – 51.260
Túlio Rezende (MDB) – 50.716
Cláudio Cunha (PL) – 49.394
Neto Evangelista (MDB) – 48.329
Nagib (MDB) – 47.348
Ariston (MDB) – 46.511
André Campos (Republicanos) – 45.740
Claudia Coutinho (MDB) – 44.914
Junior Viana (MDB) – 44.762
Eric Costa (Republicanos) – 43.502
Cid Costa (PDT) – 35.469
Catulé Junior (Republicanos) – 34.670
Dino do Aldenora Belo (PSD) – 33.664
Natália do Júnior Garimpeiro (União) – 32.486
Junior Cascaria (Republicanos) – 32.338
Dr. Leonardo Sá (PRD) – 30.876
Junior Vieira (PSD) – 28.914
Leandro Bello (PSB) – 27.328
Os deputados eleitos terão mandato de quatro anos e assumirão os cargos em fevereiro de 2027.